terça-feira, 10 de março de 2009

«·¤°|ÞøëMå§|°¤·»

*Perto do meu trabalho, Rua Félix da Cunha com 24 de outubro, ás vezes, encontro dois rapazes entregando papéis bem pequenos enroladinhos com uma fita cetim vermelha, certo dia eu peguei um e ouvi o que nem sempre ouvia "uma poesia??", eles perguntam, quando abri e li me apaixonei e resolvi postar p quem gosta se deliciar tb...

««Þö맡äs___Þö맡äs___»»
Ah moças de Porto Alegre
Quanta beleza lhes reserva Deus
É quase uma dor, penar ou febre
Quando passando as vejo nos olhos meus

Não existe por ai tal forma
Que quando na rua, por mim uma passa
Não foi dada regra, inexistente norma
Que explique ou condicione tal graça

Diante de ti meu corpo desanexo
No colorido pleno do teu sexo
Nem quero saber o que a baiana tem.

As moças de Porto Alegre, cheias de enfeites e brilhos
Que as outras, pobres, seguem os trilhos
Mas perto delas não são ninguém
.
Jonas Lewis

««§Pö맡äs Pö맡äs Pö맡äs§»»

Se as sinfonias de letras,
Tivessem um destino ou direção,
Que coisa arrebataria,
Que recônditos de um coração?

Desdenharia tais formas,
Se os rabiscos,
Como as nuvens são no céu.

Se as lágrimas disformes,
Pudessem se explicar,
Engasgando esta mentira,
Eu deixaria de chorar.

E se o amor não for amor,
Se for lógico ou sensato,
Queimem minhas flores,
Que eu de triste até me mato.

Jerônimo Milone

«·¤°ÞøëMå§ ÞøëMå§ °¤·»

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